prefeito José Jailson Lima Ferreira tem contas de 2018 aprovadas |
Tiveram contas aprovadas os gestores de Ibiassucê, Francisco Adauto Rebouças Prates; de Catu, Geranilson Dantas Requião; de Licínio de Almeida, Frederico Vasconcellos Ferreira; de Morro de Chapéu, Leonardo Rebouças Dourado Lima; de Rio Real, Antônio Alves dos Santos; de Ibiquera, Ivan Cláudio de Almeida; de Itapicuru, Magno Ferreira de Souza; de Esplanada, Francisco da Cruz; de Maraú, Maria das Graças de Deus Viana; de Poções, Leandro Araújo Mascarenhas; de Belo Campo, José Henrique Silva Tigre; de Floresta Azul, Gicélia de Santana Oliveira Santos; de Mairi, José Bonifácio Pereira da Silva; de Tanhaçu, Jorge Teixeira da Rocha; de Tremedal, Márcio Ferraz de Oliveira; de Barrocas, José Jailson Lima Ferreira; de Morpará, Sirley Novaes Barreto; de Riachão do Jacuípe, José Ramiro Ferreira Filho; de Santa Inês, Hermeson Novaes Eloi; de Cravolândia, Ivete Soares Teixeira Araújo; e de Santa Terezinha, José Santana de Oliveira Júnior.
O relator das contas de Cravolândia e Santa Terezinha,
conselheiro Fernando Vita, apresentou voto sugerindo a rejeição das contas das
duas prefeituras. Os conselheiros Raimundo Moreira e Mário Negromonte – num
caso e noutro – apresentaram votos divergentes pela aprovação com ressalvas e
foram acompanhados pelos demais conselheiros presentes à sessão
Diferentemente do conselheiro Fernando Vita, eles recomendam e
aprovam a aplicação das regras da Instrução 003 do TCM, que permite a exclusão
do cômputo dos gastos com pessoal – para efeito de cálculo do limite de 54%
imposto pela Lei de Responsabilidade Fiscal –, das despesas dos municípios com
a remuneração dos servidores que trabalham na execução dos programas federais.
Assim, os gastos com pessoal na prefeitura de Cravolândia alcançaram 52,64% da
receita corrente líquida, e não 55,14%, como achado pelo conselheiro Vita. Os gastos
com pessoal na prefeitura de Santa Terezinha alcançaram 52,04% da receita
corrente líquida, e não 54,33%.
As prefeituras dos municípios de Belo Campo, Morpará, Licínio de
Almeida, Barreiras e Riachão do Jacuípe tiveram suas contas aprovadas com ressalvas
pelos conselheiros, mas não com o voto do conselheiro Fernando Vita, que
apresentou parecer pela rejeição. Isto também em função da aplicação das regras
da Instrução 003 do TCM – que ele não concorda -, que permite a exclusão do
cômputo dos gastos com pessoal – para efeito de cálculo do limite de 54%
imposto pela Lei de Responsabilidade Fiscal –, das despesas dos municípios com
a remuneração dos servidores que trabalham na execução dos programas federais.
Assim, em Belo Campo, para
ele, os gastos com pessoal alcançaram 55,23% da receita corrente líquida, e não 47,63%, como
chegaram à conclusão os demais conselheiros. O percentual de gastos em Morpará
seria, para ele, de 56,36% – sem a Instrução 003 – e não de 53,09% como apurado pelos auditores
do TCM que aplicam a instrução, conforme entendimento dos demais conselheiros
presentes à sessão. Em Licínio de Almeida, para o conselheiro Fernando Vita, a
despesa teria alcançado 57,41% da RCL e não 53,38% como decidiram os demais
conselheiros.
Cabe recurso da decisão. Fonte TCM
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